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De acordo com a DRcor, a investigação teve início em maio, com base em denúncia anônima que trouxe a informação de que o superfaturamento estaria ocorrendo por meio da alteração para maior da metragem dos locais de execução de serviços na Secretaria de Turismo e ainda pela compra de bens por valor consideravelmente superior àquele já utilizado em compras anteriores do próprio órgão.

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